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Ribeira e barcos

Ribeira e barcos, finais dos anos 50 do séc. XX
Foto de: João Bernardo Moreira Júnior, colecção de João Palma Moreira


Descarga de pescado na praia da Ribeira onde posteriormente foi construída a doca, junto ao Forte Ponta da Bandeira. Destaque para a calha de lançamento do salva-vidas.
«A Ribeira simboliza uma vida inconfundível, quase uma universidade da vida. Até teve reitor: Qual o lente capaz de calcular quantos milheiros de peixe tem um barco de sardinha grande, média, ou pequena; que douta cabeça teria capacidade para dar o chui na altura própria, em linguagem adequada, durante o decrescente vertiginoso do preço do vendedor?
Desse local, poucos, certamente, se recordarão. Onde estava o Sino, o salva-vidas, a taberna do Joaquim Polícia, as fábricas do Santana, do Frederico Delory, do Paolo Cocco e a de São Gerardo, e a taberna da tia Páscoa.
Quando o Sueste apertava e o sino tocava para a lota, e o peixe não podia ser vendido no cais por os barcos não poderem atracar, recorria-se então a outro local. Era num pequeno abrigo que existia junto ao Forte do Pau da Bandeira, em frente à taberna do Joaquim Polícia.
Este local de contacto e intercâmbio com o mar possuía os seus encantos e atractivos e a riqueza que lhe conferiam os dois magníficos momentos proporcionados pela Natureza, a Baixa-mar e a Preia-mar. Fenómenos que subjugam a nossa imaginação e que emprestavam um encanto especial a esse lugar, alternadamente, tão longe primeiro e tão perto depois.» José Carlos Vasques

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