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presépio

Aspecto parcial de um dos presépios que é costume ver nos lares portugueses, em Jan. 2007 - Foto de: Francisco Castelo/CMLagos

Tradição de várias culturas, o presépio natalício – que varia em tamanho, nos motivos decorativos e nas figuras que integra –, é uma referência cristã que remete para o nascimento de Jesus numa gruta de Belém. Um dos primeiros presépios do mundo terá sido construído em argila, por São Francisco de Assis, em 1223.
Entre nós, o presépio tradicional apresenta reminiscências das festividades ligadas aos ciclos da natureza. Os preparativos do Natal algarvio começam no início de Dezembro, com o “deitar das searinhas”. Em pequenos pratos ou tigelas de barro, deitam-se à terra sementes de trigo, cevada, lentilhas, ou outro cereal. Até à consoada, irão despontando, viçosos, os rebentos que depois se usarão como ornamento do presépio. Nove dias antes do Natal, prepara-se a casa para armar o presépio ou o Trono do Menino. Sobre uma cómoda coloca-se um pequeno altar em escadaria piramidal coberto com um lençol ou toalhas de linho, com as mais lindas rendas pendendo. O trono é flanqueado com jarras com verdura, como a murta e o loureiro, o alecrim, a aroeira ou a nespereira. A composição tradicional de um presépio integra as seguintes figuras: Menino Jesus – é o filho de Deus, o escolhido para ser o salvador da humanidade; Maria – é a mãe do filho de Deus, do seu ventre nasceu Jesus Cristo; José – é o pai "adoptivo" do menino Jesus; Burro e boi no curral – representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu; Anjos – anunciam a chegada do filho de Deus aos pastores; Pastores – homens do campo que simbolizam a simplicidade do povo; Estrela – a estrela de Belém, que guiou os Reis Magos; Reis Magos – simbolizam o reconhecimento de Jesus por todos os povos.

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