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capacete céltico

Capacete Céltico - Foto de: Francisco Castelo/CMLagos


Capacete em bronze de forma semiesférica com um espigão no topo. Apresenta um orifício a meio do bordo da zona de cobertura da nuca, para enfiamento da cadeia de suspensão. Apresenta também dois orifícios em cada lado para fixação do francalete de couro ou do grilhão metálico que se ajustava no queixo do portador do capacete. Em cada lado, apresenta ainda virolas nas quais se enfiavam os guarda-faces. Na parte frontal exibe um orifício, provavelmente para colocação do emblema do regimento ou legião a que pertencia o soldado. O capacete ostenta uma pala ornamentada com pequenos círculos tangentes e debruada por motivos que se assemelham a um cordão, decoração que se estende ao restante bordo. A pala apresenta o número 2255, número de inventário antigo, escrito a tinta-da-china, no seu interior junto ao bordo. O capacete foi descoberto casualmente em 28 de Novembro de 1940 em Aljezur, num local denominado Várzea da Misericórdia, por José C. N. Marreiros e doado prontamente ao Museu devido a diligências do seu director, Dr. José Formosinho. Identificado como um capacete céltico por José Formosinho, Octávio da Veiga Ferreira e Abel Viana na sua publicação conjunta, mediante comparação com outros exemplares e reportado aos séculos V-IV a.C., foi nos anos 90 reconhecido como pertencente ao século I a.C., ao final do período republicano, por Fernando Quesada Sanz.

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